Finalizada a nona edição da maior conferência JavaScript do Universo, vamos aos comentários. Ouvimos participantes, organizadores e palestrantes para entender se (e como) o encontro mexeu com a forma como veem o mundo e, claro, o desenvolvimento web. 

O Thiago Portaluppi, de Venâncio Aires, já participou três vezes e conta que a cada ano tem gostado ainda mais, especialmente da organização. “Os conteúdos evoluíram bastante ao longo do tempo. Só vejo coisas positivas no crescimento do evento”, observa. 

Vinda de Manaus, a Maria Clara Carvalho nunca tinha participado da BrazilJS Conf e destacou a oportunidade de ir a um evento desse porte, já que na sua região não há nada parecido. Ela trabalha muito com front-end e aproveitou bastante os conteúdos, mas fez questão de salientar que também gostou muito dos debates sobre comunidades e projetos sociais. 

“É muito legal saber o que as pessoas estão fazendo, compartilhar conhecimento. Isso é uma das coisas mais legais da BrazilJS”, pontua. Ela revela que deve voltar na próxima edição – quem sabe até mesmo como palestrante, já que pretende submeter uma apresentação. 

A Carla Vieira foi uma das palestrantes e ficou impressionada com a organização do evento. “Tudo foi testado antes, então não deu quase nenhum problema na hora das apresentações. Claro que sempre há o que melhorar, mas foi o melhor evento que participei, em todos os aspectos: organização, diversidade, comunidade, pessoas, público receptivo. Foi sensacional”, avalia. 

Uma das atividades que mais movimentaram a comunidade foi o hackaton. Pra não ficarmos só jogando confete pra cima, pedimos pro Felipe avaliar essa ação, realizada em parceria com a Dell. “O que eu achei de mais interessante foi a profundidade com que as equipes conseguiram entrar para resolver o problema que demos para eles”, destaca um dos fundadores da BrazilJS Conf.

O Artur Clemente gostou muito das palestras internacionais e da programação em geral. “O evento é muito grande e muito bom. Na manhã do primeiro dia houve alguns probleminhas, mas foram resolvidos à tarde”, lembra.

Jornalista dando os primeiros passos em desenvolvimento, Paulo Serpa conta que optou por esse caminho porque a carreira na comunicação vem sendo muito impactada pela tecnologia e as redes sociais. “Entrei na faculdade e comecei a estudar por conta própria, fazer alguns projetos. Estou estudando front-end e aqui tive a chance de aprender e também entrar em contato com outras áreas. O evento é legal porque mistura palestras de alto nível técnico com tecnologias mais de entrada e lançamento de novas tecnologias, exemplos do que fazer no código e até mesmo na empresa”, salienta. Além de aprender coisas novas, ele enfatiza que a conferência também é uma oportunidade para fazer bons contatos e descobrir oportunidades em empresas do setor.

Esta é uma demonstração de como estamos sempre construindo a BrazilJS: ouvindo a comunidade e buscando melhorar, atender a cada expectativa. É humanamente impossível, mas quem sabe não é por isso que trabalhamos com tecnologia e inteligência artificial? 😉

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